Entrevista para o Portal Tag It com Ju Santos.

Batendo papo com Juliana Santos

Batendo papo com Ju Santos

O bate-papo rolou, rolou, rolou!!  Foi o máximo!  A Juliana Santos, empresária de grande estilo e inteligência, mora em Recife, eu em Florença, mas nos encontramos em Paris!! Tomamos um café aos pés da pirâmide do Louvre com um sol dourado que se colocava… Um sonho.

Falamos do que significa ser filha de Costanza, das tendências, o que é o Normcore, será que as brasileiras vão adotar esta tendência e do que significa ter elegância, além de muito mais.

Juliana lidera uma das melhores multi-marcas do país, a Dona Santa (AQUI).  Não feliz só com este sucesso, lançou um portal, o Portal Tag It (AQUI), que vai de moda e beleza a viagem e cultura.  Com curadoria sensível e de gosto, além de ótima qualidade.  Vale estar entre os teus “favoritos”.  Eu garanto!!

Foi para a coluna de Juliana Santos,  no portal, que fizemos este vídeo.

Ah, uma dica, ficou meio longo e não sei se vocês vão ver tudo, mas olhem o finalzinho, ficou bem bonitinho!

O portal também tem tantos outros vídeos muito interessantes mas não percam o de Giovanni Frasson (AQUI), diretor de moda da Vogue Brasil.   Adorei as suas conclusões! Ju nos deixa tão confortáveis fazendo-nos falar do que sabemos, gostamos, estudamos, daí o papo rola sem parar!!

Última coisa, mas que acho tão interessante, revendo as entrevistas, tanto minha quanto de Giovanni, adorei ver o pessoal passando, passeando e correndo atrás de nós… a genuína vida em Paris!!

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Vitrines de Natal 2014!!! Que felicidade!!

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Imagem do site golden tours

Chegaram as vitrines de Natal 2014!!!  Nesta época do ano quando fica mais frio e os dias mais curtos, me consolo com as vitrines de Natal!!  Acho que ninguém é imune à alegria cintilante, e um tanto quanto kitch, das vitrines desta época do ano.  Vamos dar um passeio por Londres e ver o que tem a nos oferecer o comércio britânico?…

Londres

Começamos com a Harrod’s em Londres o qual tema é  The Land of Make Believe (a terra dos sonhos/criatividade (qual seria uma tradução melhor?)) !! Vejam o vídeo abaixo que coloca as vitrines em perspectiva!

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E já que tudo é vídeo hoje em dia, a Harrod’s também preparou um filminho…

Imagens do The Independent.

A seguir, a Selfridge’s também de Londres.  O tema é Storytelling (contando estórias (aiiii, o ticoeteco tradutor tá péssimo hoje!) e a inspiração foram fábulas.

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E o pessoal ainda trabalhando nas vitrines!

E o pessoal ainda trabalhando para terminar as vitrines!

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Imagens por Linda Nylind para o The Guardian.

Também tem o vídeo da maravilhosa, moderna e chique Harvey Nichols inspirada na estória dos irmãos Grimm da Branca de Neve e sua irmã Red Rose… Cada princesa elgante e estilosa!!!… Sem falar nos príncipes!! ;-)

Isto tudo me traz uma alegria enormeeeeee!!!  E com isto, esperança no futuro e uma energia maravilhosa!

As vitrines de Nova Iorque devem se revelar esta semana…prometo outro post!

Quando estive em São Paulo, também vi as decorações do Iguatemi e do Higienópolis.

Higienópolis

Higienópolis

Meu companheiro de bike, Hip-Papai Noel!!  No Iguatemi!

Meu companheiro de bike, Hip-Papai Noel!! No Iguatemi!

E tem quem faz o bem também…vocês já viram a versão do “Do They Know it’s Christmas” 2014 pelo Bandaid de Bob Geldoff?  Ficou bem linda e ainda vai ter uma versão dance re-mixada por David Guetta.  Podem deixar que coloco aqui assim que sair!!

Lembro quando ouvi a primeira versão 30 anos atrás (!!!) e 20 anos depois quando ouvia no carro e explicava o tudo a meus filhos com olhos arregalados. Eles adoravam ouvir a música e saber que tinha o U2 no comecinho da carreira e por aí em diante! <3

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A linda coleção de Rita Comparato para Alcaçuz não é só para a praia!!

Olhem só como esta peça pode ser urbana, usada para uma festa ao invés que só uma saída de banho.

Olhem só como esta peça pode ser urbana, usada para uma festa ao invés que só uma saída de banho.

Imediatamente, ao ver as peças da coleção de Rita Comparato para Alcaçuz, associa-se alegria, cor, praia, mar!!  E é!!  Porém, ao provar as peças, vi que tem uma sofisticação, uma contemporaneidade, que as remetem ao urbano.  Muito bacana isto!  Portanto, ao invés de vestí-las para a praia, as vesti para a cidade!

E olhem só como este pareô é versátil!

Usado como saia com o camião.

Usado como saia com o camião.

Tomara que caia...

Tomara que caia…

E com o trancé na frente. Abaixo, na modelo, tem mais uma forma de usar.  Na etiqueta vem as instruções!

E com o trancé na frente. Abaixo, na modelo, tem mais uma forma de usar. Na etiqueta vem as instruções!

Já falei desta coleção no lançamento AQUI o post que falo da coleção com mais imagens.

Fotos divinas de Roberto Leone.

Todas as peças existem nas duas estampas!!  Olhem só outras peças…

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E para compras, além do site AQUI e as lojas, também pode-se fazer pedidos por telefone com entrega em casa!!  Use os seguinte números:

LORENA Tel: 3894-2522

MARIO FERRAZ Tel: 3165-2522

MORUMBI Tel: 5186-2522

CIDADE JARDIM Tel: 3750-3522

HIGIENÓPOLIS Tel:  3660-2522

SHOPPING GALLERIA I Campinas Tel: (19) 3707-2522

CURITIBA Shopping Pátio Batel, Piso: L2, Tel: (41) 3020-3450

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A querida amiga do Salotto, Mia, visita e dá suas dicas de Florença!…

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Aqui a querida amiga do Salotto, Mia, nos conta da sua vinda e dá suas dicas de Florença.  Vamos lá!

Uns dias em Florença ….

Fiquei muito feliz e honrada em receber o convite da Consuelo para contar neste post, como foram os 10 dias que Renato e eu passamos em Florença.  E aqui estão algumas experiências, impressões, lembranças e dicas desta temporada na cidade e arredores. Bem vindos!

Era fim de Setembro/começo de Outubro e a ideia era alugarmos um apartamento para “morarmos” na cidade. Com ajuda da Consuelo e dicas do seu blog encontramos nossa casa através do site Apartments Florence.

Escolhemos ficar em Santa Croce. Uma vizinhança não muito distante à pé para vários lugares importantes, turísticos e centrais _ uns 2 quilômetros do Duomo, por exemplo _ uma área super residencial e com todo o comércio “de bairro” para uma experiência de viver como um local!

Nosso apto, nada sofisticado, era um charme … a dona, Germana, uma arquiteta que ama viajar e tem um olhar estético apurado, deixou seu lindo apartamento cheio de mimos para nós. Frutas e flores, velas e “cheirinhos” pelos ambientes.

A vista do pequeno terraço.

A vista do pequeno terraço.

Um cantinho da sala.

Um cantinho da sala.

Um detalhe do quarto com 2 janelas (que davam para a rua e, por isso, era meio barulhento) e as vigas de madeira no teto.

Um detalhe do quarto com 2 janelas (que davam para a rua e, por isso, era meio barulhento) e as vigas de madeira no teto.

Quem conhece Florença ao vivo e em cores, já pesquisou sobre a cidade ou acompanha o ConsueloBlog, sabe que a cidade tem alguns “pontos obrigatórios” a serem vistos. Como eu, tendo morado no Rio de Janeiro e passado zilhões de férias lá sem nunca tinha ido _ até alguns dias_ ver o por de sol nas pedras do Arpoador, também em Florença, desta vez, não fomos a muitos destes lugares “necessários”.

Nosso objetivo era descansar, não TER que fazer isso ou aquilo e saborear a cidade com calma. E foi assim !!!!!

Mas algumas coisas super bacanas, a gente fez. E, para mim, uma das melhores foi uma aula de história ao ar livre, num passeio de barco pelo Arno.

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Alguns barcos/canoas, usados antigamente pelos renaioli para dragar a areia do rio e permitir a navegação, foram restaurados e, hoje, são uma sala de aula conduzida por um mestre que vai nos contando sobre cada edificação, cada palazzo, torre, igreja ou ponte. O MÁXIMO!!!!! O tour leva 1 hora aproximadamente. O condutor faz suas explanações em italiano mas como estávamos com meu irmão e cunhada que moram em Milão e foram nos ver em Florença, foi perfeito! Mesmo para quem não entende o idioma, recomendo este passeio porque é interessantíssimo ver Ponte Vecchio, Corredor Vasariano, Galeria Uffizi ou o Palazzo Corsini, por exemplo, sob este prisma !!!!! Sem contar as fotos bárbaras que você vai ter depois! [n.d.r. Eu também fiz este tour AQUI e é maravilhoso!!]

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Um passeio no Arno com os “renaioli” Da Ponte Vecchio à Ponte alla Carraia ida e volta (dura 45 min.) AQUI
Todos os dias das 10.00 às 19.30  Informação: +39 347 7982356

Outra dica bem legal! Pertinho do nosso apartamento, num larguinho na esquina da Via A. Del Verrocchio com a Via dè Macci, está o CIBRÈO ou, melhor dizendo, estão o restaurante, a trattoria, o café e o Teatro del Sale Alimentari ! A Consuelo já havia comentado num post, sobre o Cibrèo mas eu não sabia que era tão pertinho “de casa” e que seria uma mão na roda tê-lo ali do lado.

Explico: o Restaurante serve uma comida maravilhosa e você é apresentado ao menu quando um dos anfitriões (sim porque ali a família toda te recebe com delicadeza e simpatia) puxa uma cadeira, se senta à mesa com vc e vai te contando o que pode ser servido naquela noite. Adorei!!!!

Pão “osso de dinossauro”!

Pão “osso de dinossauro”!

Café fica aberto dia e noite, ou seja, café da manhã, um lanchinho ou mesmo um delicioso jantar com direito a um papo com Fabio Picchi, o dono, que faz questão de te contar como é feito um prato e de onde vêm os ingredientes (sempre na região da Toscana).

Com "il Picchi" como dizem por lá!

Com “il Picchi” como dizem por lá!

[n.d.r. ESTE post para ver os meus restaurantes favoritos em Florença.]

Ah! E está vendo aquele tecido como uma bandeira pendurada na foto acima?

Pois é: para quem gosta de decoração, cores, e uma pegada artesanal, ali ao lado está a loja da Lisa Corti em Florença. Talvez alguns de vocês já conheçam essa marca porque no Rio tem uma loja dela e em São Paulo a Kika Vianna vende alguns de seus objetos _ tecidos, cortinas, capas de almofadas, roupas e otras cositas más !

Esta foto é da loja da Lisa Corti em Milão.

Esta foto é da loja da Lisa Corti em Milão.

Eu adoro observar, prestar atenção em detalhes, perceber as curiosidades que estão em volta. Olha só o que andei pescando por ali!

Como tem estas vespas estacionadas por quarteirõessssss !

Como tem estas vespas estacionadas por quarteirõessssss !

No trem (depois de Florença fui para Milão), lata de Coca Cola fashion!

No trem (depois de Florença fui para Milão), lata de Coca Cola fashion!

Resquícios de juras de amor!

Resquícios de juras de amor!

Não é engraçado um bichinho de pelúcia de javali? [Esta eu explico, aí do lado tem uma feirinha com uma estátua de bronze de javalí, cinghiale em italiano, chama Il Porcellino (o pouquinho).  A tradição quer que se esfregue o seu nariz (aue está dourado em contraste com o resto cor bronze, de tanto passarem a mão) para que se volte à cidade!]

Não é engraçado um bichinho de pelúcia de javali? [n.d.r. Esta eu explico.  Aí do lado tem uma feirinha com uma estátua de bronze de javalí, cinghiale em italiano, chamada Il Porcellino (o porquinho). A tradição quer que se esfregue o seu nariz (que está dourado em contraste com o resto cor bronze, de tanto passarem a mão) para que se volte à cidade!]

Será que com esse possante os carabinieri conseguem prender alguém?

Será que com esse possante os carabinieri conseguem prender alguém?

Bom, voltando às andanças, um programa que gostávamos muito de fazer na cidade, era ir ao Mercado de San Lorenzo comprar comezinhas para levar prá casa ou comer lá mesmo, algumas gostosuras que só se encontra ali.

Uma delas: as muçarelas campana _ sabiam que agora com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, mozzarella se escreve assim?????_ do Caseificio Antico DeManio. Para quem gosta de burratas, muçarelas, inclusive defumadas, caccio cavallo, ricottas, etc… é um deleite!

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E que tal vc estar dentro de Mercado Central e começar a cair o mundo lá fora? A chuva foi tão forte mas tão forte, que choveu MUITO dentro do mercado também !!!!!!

Quando tudo se acalmou, saímos … e parecia que havia nevado em Florença pela grande quantidade de granizo que se via nas ruas !!!!! [n.d.r. (desculpe, Mia, me intrometer tanto!!) Foi uma chuva histórica!!  E o estranho é que nem estava frio!  Eu não vi pois não estava na cidade, mas todo mundo falou!]

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Mas a linda cidade de Florença não é só história, outros tempos, edifícios e monumentos antigos e, foi muito divertido encontrar esta instalação que já está há alguns anos na Vicolo dell’Oro pertinho da loja da Laica _ câmeras fotográficas_ e do Hotel Continentale (com o La Terrazza Bar que a Consuelo tanto gosta :-) !)

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Depois de alguns dias andando prá cima e prá baixo pela cidade, resolvemos alugar um carro para dar umas voltas pelos arredores. [n.d.r. Há um tempo, fiz ESTE post de itinerários de carro pela Toscana.]
Fomos, entre outros, à San Gimignano e Siena.
Ali, almoçamos na Osteria le Logge!  Deliciosa a comida, muito cortês o serviço e nada de muito caro.
Chegamos cedo, pouco antes da 1 da tarde, porque não havíamos feito reserva e comemos muito bem!

Le Logge: Via del Porrione, 33 em Siena. Fecha aos domingos!

Le Logge: Via del Porrione, 33 em Siena. Fecha aos domingos!

Me esbaldei todos esses dias de tanto comer pratos com trufas nessa temporada em Florença !

Me esbaldei todos esses dias de tanto comer pratos com trufas nessa temporada em Florença !

A gente anda tanto que em Siena tive que dar um jeito nos meus pãezinhos com ajuda dos “super bandeides/almofadinhas com tecnologia super/mega/blaster”!  O Compeed!

A gente anda tanto que em Siena tive que dar um jeito nos meus pãezinhos com ajuda dos “super bandeides/almofadinhas com tecnologia super/mega/blaster”! O Compeed!

Cantina Antinori !

Sabe quando você sabe que está num lugar X mas o que você vê não corresponde e te deixa encantada, impressionada, surpresa?
Foi isso que aconteceu conosco quando chegamos na Cantina Antinori pertinho de Florença!
O projeto arquitetônico é grandioso e elegante e a história daqueles vinhedos e da família que cuida deles há muiiitttooooo tempo, admirável.
Consuelo já fez um super post no ano passado (AQUI) sobre este lugar mas reforço aqui: Vale MUITTTOOOO à pena ! É espetacular!

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  Gostamos tanto que voltamos no dia seguinte só para almoçar no Restaurante, que se chama Rinuccio 1180.


Gostamos tanto que voltamos no dia seguinte só para almoçar no Restaurante, que se chama Rinuccio 1180.

Florença também tem áreas fora do centro que são lindas e merecem um passeio … a Viale Galileo e a Viale Michelangiolo onde está a Piazzale do mesmo nome, te dão de presente visuais maravilhosos e, se você tiver oportunidade de passear por elas de bicicleta para parar e admirar cada pedacinho, vai ter belos momentos !

IMG_2404 Nos arredores da cidade, só há 8 km do centro, nas colinas e olhando para o rio Arno, está Fiesole. E lá, você ganha de presente, além das paisagens lindas na estradinha, um teatro romano, uma atmosfera de calma, o silêncio de um jardim muito bonito e, de quebra, alguns mosquitos !

L1070209 Como nossa blogueira querida, Renato e eu também gostamos muitooooo de um bom vinho e por isso, resolvemos ir até Montalcino, que fica há um pouco mais de 100 km ao sul de Florença.
Ali, mais paisagens lindas da campanha, mais história e … os vinhos Brunello.
Visitamos a Cantina di Montalcino que também recebeu um novo e moderno layout.
Aliás, o business do vinho está cada vez mais em sintonia com as referências e estratégias de marketing dos mercados mais arrojados.
Será que isso é bom?

A fachada em ondas da Cantina di Montalcino

A fachada em ondas da Cantina di Montalcino

E, lá dentro, o revestimento em madeira que faz referencia aos barris de carvalho. Esta é uma ponte de onde se vê boa parte das instalações da Cantina.

E, lá dentro, o revestimento em madeira que faz referencia aos barris de carvalho. Esta é uma ponte de onde se vê boa parte das instalações da Cantina.

Bom, Florença é muito mais que isso e eu espero que vocês tenham gostado desse relato que compartilha com todo o Salotto através da querida Cons, um pouquinho do que fizemos na sua cidade.
Muito obrigada pelo convite, Consuelo!
Muito obrigada a vcs todos ! :-)

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Sou eu quem agradeço Mia!!!  Adorei!! bjs c

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Astrologia: Eu sou o sol! Eu sou o sol!!

O SOL – Como a pessoa é (o tom do ser), como sente a vida e expressa sua individualidade.

O SOL – Como a pessoa é (o tom do ser), como sente a vida e expressa sua individualidade.

Mais um post inspirados da nossa querida colaboradora Luciene Felix Lamy.

Astrologia: EU SOU O SOL! EU SOU O SOL!

Amigos do ConsueloBlog, damos início ao processo de mobiliar a planta do imóvel que concluímos no Post anterior (as 12 Casas astrológicas) começando com o astro-rei: o SOL. Analisaremos a obra “O remorso de Orestes” (1862), do francês William-Adolphe Bouguereau, que aborda uma tragédia grega e finalizaremos com a análise do mapa de uma amiga do Salotto que está entre dois amores. O texto abaixo é do renomado astrólogo Stephen Arroyo (Normas práticas para interpretação do mapa astral).

O elemento do signo do Sol é, via de regra, preponderante para considerar-se a psicologia de uma pessoa como um todo; isto acontece porque o elemento do signo do Sol revela a sintonia da pessoa com sua vitalidade básica, sua identidade e sua capacidade de autoprojeção, bem como a qualidade fundamental de sua consciência. Ele mostra, também, que é “real” para a pessoa, pois é a suposição inconsciente do que é particularmente real (e do que não é) que determina o modo como a pessoa dará vazão à sua energia.

Faça seu mapa AQUI.

Os Signos de Ar (Gêmeos, Libra e Aquário) vivem no reino abstrato do pensamento, e o pensamento, para eles, é tão real quanto qualquer objeto material.

Os Signos de Água (Câncer, Escorpião e Peixes) vivem em seus sentimentos, e é seu estado emocional que, mais do que qualquer outra coisa, determina seu comportamento.

Os Signos de Fogo (Áries, Leão e Sagitário) vivem num estado extremamente exaltado e animado de atividade: a manutenção desse estado de ser é crucial para a saúde e a felicidade desses signos.

Os Signos de Terra (Touro, Virgem e Capricórnio) estão assentados na realidade física: o mundo material e as considerações relativas a segurança e a realização motivam seu comportamento mais do que qualquer outra coisa.

: O elemento do signo do Sol de uma pessoa revela a força básica interior que motiva tudo o que ela faz. O elemento do signo do Sol também elucida a maneira como a pessoa vê a vida em si, e quais suas expectativas em relação às experiências de vida

O elemento do signo do Sol de uma pessoa revela a força básica interior que motiva tudo o que ela faz. O elemento do signo do Sol também elucida a maneira como a pessoa vê a vida em si, e quais suas expectativas em relação às experiências de vida.

Visto da perspectiva da sintonia do nível de energia, o elemento do signo do Sol representa um tipo de carga energética que precisa ser frequentemente alimentada ou reabastecida para a energia da pessoa não se esgotar. Em outras palavras, o elemento do seu signo solar é o combustível de que você precisa para sentir-se vivo! É a força que nos revitaliza para podermos fazer frente às tensões e exigências do dia a dia.

Sol em Signos de Fogo: basicamente motivado por inspirações e aspirações. Recarrega a energia por meio da atividade vigorosa, que exige muito de seu físico, e pela busca de novas visões para o futuro.

Sol em Signos de Terra: basicamente motivado por necessidades materiais e praticidade. Recarrega a energia trabalhando com o mundo físico, sendo produtivo, alimentando seus sentidos.

Sol em Signos de Ar: basicamente motivado por conceitos intelectuais e por ideais sociais. Recarrega a energia por meio do envolvimento social e do estímulo intelectual.

Sol em Signos de Água: basicamente motivado por profundos anseios e desejos emocionais. Recarrega a energia por meio de intensas experiências emocionais e envolvimento íntimo com as pessoas.

O Sol nos Signos – Diretrizes de Interpretação: como o indivíduo é (o tom pessoal do ser) e como ele sente a vida e expressa sua individualidade.

O Sol nos Signos – Diretrizes de Interpretação: como o indivíduo é (o tom pessoal do ser) e como ele sente a vida e expressa sua individualidade.

Sol em Áries: irradia uma vitalidade vigorosa e confiante. Tenta satisfazer a necessidade de reconhecimento por meio da autoafirmação e de atos diretos e competitivos. A vigorosa afirmação da individualidade é necessária para uma plena autoexpressão. Vê a si mesmo um explorador, um pioneiro, o primeiro a dar início a uma aventura; capta rapidamente o essencial. Pode antagonizar os outros pela expressão demasiado pujante da individualidade.

Sol em Touro: a vitalidade tem raízes em sensações físicas concretas. Precisa ser reconhecido pela sua confiabilidade e pela capacidade de produzir. A expressão criativa resulta em objetos palpáveis ou na acumulação de recursos. Orgulha-se de suas posses, de seu patrimônio e da própria estabilidade. A expressão da individualidade pode ser prejudicada pela hesitação e pela relutância em mudar.

Sol em Gêmeos: a energia criativa volta-se para a percepção, a coleta de fatos, a formulação de perguntas e a descoberta de conexão entre as ideias. Precisa expressar-se verbalmente e ser reconhecido pela capacidade intelectual. Irradia uma energia instável, loquaz, mental. A livre conexão entre ideais e uma ampla variedade de contatos sociais são necessários para a plena autoexpressão. Dificuldade em empenhar-se continuamente numa só área devido à ampla diversidade de interesses.

Sol em Câncer: sente força por meio de desenvolvimento dos outros, da sensibilidade, do cuidado com os outros. Sente uma necessidade instintiva de proteger o seu ego; constrói em seu íntimo um ninho de onde o seu eu pode irradiar-se com segurança. O grau de vitalidade e de energia criativa depende do estado de espírito, sendo portanto difícil de manter. Expressa-se criativamente por meio das emoções, e sente necessidade de ser reconhecido pela sua sensibilidade. O senso de individualidade se expressa com mais desembaraço num ambiente bem conhecido e protegido.

Sol em Leão: expressa-se com vitalidade irradiante e calorosa e necessidade constante de ser notado. A energia criativa é matizada pelo senso de dramatização e grandeza. É motivado pela necessidade de ter sua generosidade reconhecida. Transmite confiança e incentiva os outros; é capaz de infundir vitalidade a qualquer empreendimento. O orgulho é a característica predominante da personalidade; sincero, porém infantil, suas emoções estão sempre atuantes.

Sol em Virgem: direciona a energia criativa analiticamente e com discriminação. É motivado pela necessidade de ser útil, de prestar serviços de uma forma palpável. Irradia inteligência e vitalidade serena. Sintonia profunda com os valores essenciais, o serviço e a necessidade constante de aprimorar-se. O senso de individualidade humilde e despretensioso pode prejudicar o reconhecimento público.

Sol em Libra: a energia criativa é voltada para as relações interpessoais e o pioneirismo no nível das ideias. Necessidade de ser reconhecido pela imparcialidade, pela equanimidade, pela gentileza e pela capacidade de harmonizar energias opostas. Irradia uma vitalidade sociável, elegante, intelectual e uma aguçada sensibilidade à beleza. Impulso constante no sentido de instaurar o equilíbrio em seus relacionamentos e em seu estilo de vida. O senso de individualidade pode ser eliminado devido ao desejo excessivo de agradar os outros.

Sol em Escorpião: a energia criativa vai além da superfície da experiência através de intenso poder emocional e intuição. Necessidade de expressar a própria energia transformadora, muitas vezes tentando mudar o status quo. Desejo ardente de intensidade, envolvendo o âmago da experiência humana, o que muitas vezes procura em relacionamentos profundos e simbióticos (em geral extremamente sexualizados). O grau de vitalidade está ligado a desejos compulsivos íntimos e constantes – às vezes obsessivos. O fluxo de expressão criativa pode ser sustado devido a fixações emocionais, relutância em se abrir e medo de perder o controle.

Sol em Sagitário: a energia é voltada para os próprios ideais e aspirações. Além de expressá-los, muitas vezes promove-os juntos aos outros. O senso de individualidade é matizado pelas crenças maiores e pela perspectiva filosófica otimista. Valoriza essencialmente a liberdade física e mental quase sem fronteiras. Irradia um espírito amigável, investigador, aberto – tem grande abertura mental e valoriza a honestidade. Necessidade de ser reconhecido pela natureza ética e íntegra; às vezes seus altos padrões podem levar à intolerância e à insensibilidade em relação aos outros.

Sol em Capricórnio: a energia criativa é matizada por autocontrole, cautela, tradicionalismo. Valoriza essencialmente o trabalho diligente, a autoridade e a realização. Precisa trabalhar com um único propósito e com disciplina, buscando metas bem definidas, a fim de expressar-se plenamente. Sua capacidade de assumir responsabilidades afeta o grau de vitalidade e desenvolve seu senso de individualidade. O fluxo de expressão criativa pode ser paralisado pelo pessimismo, por uma atitude cínica ou por uma preocupação excessiva com a respeitabilidade e as aparências.

Sol em Aquário: a energia volta-se para o bem-estar da sociedade e para os conceitos teóricos, principalmente através da inovação. Irradia uma energia mental amigável, voltada para as pessoas – muitas vezes com um toque de extremismo. O impulso de ser e criar é matizado pela liberdade, pela excentricidade e pela experimentação. Valoriza essencialmente a humanidade e o mundo do intelecto, tendo necessidade de descobrir o que é “certo” ou “verdadeiro”. A expressão da individualidade pode ser inibida pela modéstia, pelo excesso de importância atribuída ao dever ou pela rebeldia.

Sol em Peixes: a energia criativa se expressa com sensibilidade e inspiração. Necessidade de ser reconhecido pela natureza dadivosa e compassiva. O senso de individualidade não tem um foco claro, devido à empatia com a vida e os problemas dos outros. Irradia um espírito curador e compassivo em relação a tudo o que sofre. A vitalidade e a autoexpressão são matizadas por anseios profundos, uma vulnerabilidade esmagadora e pelo estado da vida interior.

Quando a luz do DIA subjugou as forças da NOITE!

O remorso de Orestes (1862), de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905). The Chrysler Museum of Art, Nortfolk, Virgínia.

O remorso de Orestes (1862), de William-Adolphe Bouguereau (1825-1905). The Chrysler Museum of Art, Nortfolk, Virgínia.

Bouguereau foi um talentosíssimo pintor do belo, do sublime, da meiguice e da docilidade (basta dar um “Google Imagens” para constatar que você sempre adorou sua arte). Mas nas poucas obras em que ousou retratar a violência, também o fez com maestria.

Na cena acima, observamos um rapaz desesperado, tapando os ouvidos enquanto é perseguido por três mulheres furiosas. Todas elas fixam o olhar sobre ele e apontam-lhe o dedo indicador chamando a atenção do jovem para outra figura feminina desfalecida, apunhalada no coração.

Vestindo um dramático manto vermelho sobre um vestido branco, é a rainha Clitemnestra que acaba de ser assassinada pelo próprio filho, Orestes. A consciência não o deixa em paz!

Ainda no retrato desse drama, constatamos o vigor de quatro corpos em movimento, em contraste com um outro corpo paralisado. Observem que as Erínias (também conhecidas como as três parcas, as moiras, as tecelãs, as Fúrias) possuem cabelos de serpentes. Desfiguradas, suas faces exprimem ódio, indignação e ameaça. Uma delas ostenta uma serpente bem grande como se fosse um chicote, enquanto a outra porta um archote.

Eruditos, os artistas doutrora prezavam muito a cultura clássica e, como não podia deixar de ser, para compreender os meandros da psique humana, debruçavam-se sobre os tragediógrafos gregos.

Bouguereau demonstra profunda familiaridade com a tragédia de Ésquilo, intitulada “Eumênides” (548 a.C.), pois o tema retratado nesse quadro é o ato mais aviltante que se pode cometer: o assassínio da própria mãe, o nefasto crime de matricídio.

Para que a fruição, a contemplação dessa obra magistral seja ainda mais completa, perscrutemos por que esse rapaz ousou matar a própria mãe e como a cena retrata a transição do matriarcado para o patriarcado.

A mando do deus Apolo (Sol), o rapaz foi “autorizado” a matar a mãe para vingar a morte do pai. Sim, a mãe de Orestes, Clitemnestra assassinou o marido, o lendário rei de Esparta, Agamêmnon, por ter sacrificado sua primogênita, Ifigênia para conseguir bons ventos e partir para a conquista de Troia.

Historicamente falando, tanto a arte literária quanto a pictórica revela a superação das leis mais antigas (matriarcado) pela nova lei (o patriarcado).

O crime será presidido por Athena que, durante o julgamento de Orestes, no Areópago de Atenas (onde eram julgados os crimes de sangue), proferirá seu famoso “voto de Minerva” (nome romano de Athena), desempatando o veredicto do juri.

Para a religião arcaica (cerca de 1.200 a.C.), quem derrama sangue materno ofende e viola o direito inexorável da terra-mãe.

As Erínias, também conhecidas como “As Fúrias”, a vingança, nascidas do sangue que jorrou dos órgãos genitais de Urano (Ouranós, os Céus), ceifado por seu filho Chronos (o tempo, Saturno para os romanos), perseguiriam e não deixariam impune o mais aviltante crime contra a própria natureza. Para esta cultura só existe um laço sagrado: o de mãe e filho.

Retomando o desenrolar da machina fatalis: Agamêmnon sacrifica a filha Ifigênia, é assassinado pela mulher Clitemnestra e vingado pelo filho Orestes, por ordem expressa do deus Apolo.

Apavorado com as Erínias sob seu encalço, Orestes procura abrigo no templo da deusa da Justiça. Abraçado aos pés da estátua de Palas Athena, suplica por um julgamento e, contando com a pronta defesa do deus da harmonia Apolo, anseia por acolher o veredicto que vier.

Uma mudança não se dá sem luta. Chega o inadiável momento em que se travará o definitivo embate entre: a) de um lado, as tônicas forças das profundezas da terra, a natureza germinadora, das trevas subterrâneas do Hades, personificações antropomórficas (que o homem constrói imageticamente à sua semelhança) dessas potências (as Erínias representam o matriarcado) e; b) do outro, o dia claro da razão, a nova luz do Olimpo presidido agora por Zeus, o lógos que se impõe à instauração da política humana que se assenta em Diké, a lei da pólis (Apolo e Palas Athena, arautos da nova ordem que representam o patriarcado).

Todo processo de julgamento de Orestes procede-se cerimoniosamente como o instituímos até hoje, mais de vinte e cinco séculos depois: apresenta-se o réu e a denúncia, o advogado de defesa (Apolo) e as acusadoras (as Eríneas), o júri (doze atenienses) e a juíza (Palas Athena).

 

Quando Orestes indaga ao coro porque as Erínias não perseguiram sua mãe Clitemnestra ao matar seu pai, este afirma não ter sido cometido crime contra o sangue, ao que ele prontamente indaga: “e eu seria, por acaso, do sangue de minha mãe?” Indignadas, as Erínias perguntam: “Não foi ela, assassino, quem te alimentou em seu seio? Renegas o dulcíssimo sangue materno?”.
Para o matriarcado, o pai, seja ele quem for, apenas deposita a semente na mulher, como um lavrador anônimo que semeia a terra, verdadeira fonte de tudo o que brota.

Já para o patriarcado, a mulher é, assim como a terra, apenas depositária da semente, sendo, portanto, o pai o grande responsável pelo que brota, enquanto a mãe, matriz fria e passiva, não gera, apenas alimenta o germe nela semeado.

O argumento apresentado na defesa de Orestes por Apolo alude ao nascimento da juíza Palas Athena, ela mesma gestada nas meninges de Zeus e parida pela machadada certeira do ferreiro divino Hefestos (Vulcano para os romanos).

Iradas com Apolo, as Erínias vociferam e ameaçam: “Tu jovem deus, esmagas nossa velhice, mas aguardo a sentença e contenho até lá minha cólera contra a cidade”.

Enquanto os doze cidadãos atenienses depositam seus votos na urna, a deusa da Justiça esclarece: “Serei a última a pronunciar o voto. E os somarei aos favoráveis a Orestes. Nasci sem ter passado por ventre materno; meu ânimo sempre foi a favor dos homens, à exceção do casamento; apoio o pai. Logo, não tenho preocupação maior com uma esposa que matou o seu marido, o guardião do lar; para que Orestes vença, basta que os votos se dividam igualmente”.

Faz-se silêncio. Diante da ansiedade de todos os presentes, uma pausa. A deusa dá seu veredicto: “Este homem está absolvido do crime de matricídio porque o número de votos é igual dos dois lados”. Há em jogo algo mais relevante neste tribunal in dubio pro reo, neste tribunal da justiça e não da vingança.

Com o “voto de Minerva” dá-se o estabelecimento da supremacia da luz do lógos sobre as “Fúrias”, forças ctônicas da natureza. O pai, guardião do lar e não a mãe, tem a prioridade do direito que procede de Zeus, pai de ambos, Apolo e Palas Athena. Estes são os novos deuses, os do Olimpo, com suas novas leis.

Sobre o inconformismo das imortais Erínias, habitantes das entranhas da matéria, elas, filhas da noite, que originam toda espécie de vida “detentoras do nascer e do morrer, os dois pontos finais entre os quais, segundo Platão, move-se a trajetória de todas as coisas”, vaticinam sérias ameaças à cidade de Atenas.

A sapientíssima juíza, gestada na cabeça (razão) de Zeus, graças à arte da retórica, conteve as “Fúrias” com incomensurável empenho. Reconhecendo seus poderes, prometendo-lhes mansões e templos dignos, tem seu voto de desempate acolhido pelas Eríneas que passam a ser reverenciadas em Atenas e a ser chamadas “Eumênides”: as benevolentes (daí o título da obra). Quem mais senão a diplomática Palas Athena, com seus lúcidos e irrefutáveis argumentos para aplacá-las?

 

Por não vivermos mais numa sociedade exclusivamente agrária, governada e endeusadora da terra e da fertilidade, por termos agora que estabelecer novas leis conciliatórias sobre a violência que nasce da vingança dos crimes de sangue, do “sanguine coniunctae” que dizimava famílias inteiras na Hélade, o direito ao julgamento, a política da pólis se impõe: Vitória do Lógos!

Elementar que a contagem de votos tenha empatado: o filho é do pai tanto quanto também é da mãe. Superada a fúria cega das forças brutas, indiscriminadamente germinadoras, caberá à pólis, pela primazia da ratio, deter o caos e instaurar uma nova ordem.

Poder germinador da terra, dom e graça das Mães. Mas, para que não haja desequilíbrio, constatamos que não é mais sábio (Palas Athena) nem harmonioso (Apolo) que o exerçam sozinhas, quando antes da pólis.

Do ventre das férteis Erínias de nosso solo ainda proliferam frágeis e desamparadas sementes de irresponsáveis (posto que ausentes) lavradores anônimos. São as crias da escuridão e da injustiça, distantes da justiça de Athena, da luz de Apolo.

 

Quando a sorte traz problemas e… Soluções!

Mapa Entre dois amores1

O mapa acima é de uma das amigas do Salotto! Ela tem 40 e poucos anos, é profissional liberal bem-sucedida, linda e, na esfera amorosa, vive um momento bastante peculiar.

Casou-se muito jovem e assim permaneceu por quase vinte anos. O tempo e as constantes viagens a negócios foram afastando cada vez mais o casal. Os filhos, adolesceram, ingressaram na faculdade e já não requeriam mais as atenções doutrora.

Ela conheceu outro homem e… Apaixonaram-se! Depois de muito ponderar, decidiu-se pela separação do marido. Passado o período de ajustes (não susto, pois a relação já estava mais que desgastada, arrefecida), cada um foi o para seu canto quando, de repente, ela descobre que… Sim! Havia outra mulher ocupando – ainda que esporadicamente – o leito que um dia fora seu.

Tomada de ciúmes (a nova namorada do ex-marido era, segundo ela mesma, uma pessoa muito digna, decente), decide romper com o namorado e voltar para o ex-marido. Voltam. Mas o namorado não aceita, não admite perdê-la e, insiste. Ela se sente dividida, atordoada, não sabe por qual deles se decidir e me pergunta desesperada: “Permaneço com o ex-marido, ou retomo o namoro que tanto me fez feliz?”

Para início de conversa, a danadinha é taurina, ou seja, é regida por Vênus, ótimo augúrio para a mulher no amor. E tem Marte & Vênus em Trígono, ou seja, sexo jamais há de faltar.

Tem Ascendente em Áries, o que lhe dá uma quedinha por sexo e aventuras. Com esse Marte em Sagitário, o gosto quase inconsequente pela liberdade é mais forte que tudo. A Lua também está em Áries e pessoas com a Lua em Fogo (Áries, Leão e Sagitário) não são tão apegadas quanto se estivesse em Água ou Terra, por exemplo, pois anseiam por desbravar novos mundos.

Mas o que chama a atenção mesmo é o atual trânsito de Júpiter por sua 5ª Casa, que é Leão! Ela está com uma sorte absurda no romance, nos jogos amorosos, nos jogos em si e com a cria de modo geral. Toda essa fartura tem data para findar (meados de agosto de 2015).

Até lá, ela pode “brincar” à vontade, mas uma hora, terá mesmo que escolher. O ex-marido é de Aquário e o namorado é de Escorpião. Astrologicamente, Touro e Escorpião é um clássico, o namorado tem mais afinidade, sobretudo no que tange à pegada física.

Se optar por voltar para o ex-marido, deverão ser erigidas novas bases e, sendo um Aquariano (outro signo Fixo), é improvável que ele mude o quanto ela deseja. A relação está fadada a voltar a ser como dantes.

Se decidir ficar com o namorado de Escorpião, a festa sob os lençóis não tem hora para acabar, mas mesmo com Ascendente em Áries e Marte em Sagitário (que fogo!), ela é taurina e esse signo preza muito a solidez, o conforto e a segurança.

Bem, ela tem até agosto do próximo ano para ponderar, pesar os prós e os contras. Mas seu Ascendente e o próximo trânsito de Júpiter por Virgem (o signo do amor para Touro) me diz que a sorte no amor ainda se estenderá e ela virá a conhecer OUTRO pretendente que fará com que não reste a menor dúvida em seu coração.

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