Wynwood Walls, Miami- arte pelas ruas!!

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A querida amiga do salotto, Denise Luna, nos conta da sua viagem por Wynwood Walls em Miami.  Arte, cor, sons, gostos e animação fazem desta uma dica fantástica!!

Denise Luna

Denise Luna

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 Wynwood Walls, Miami

Morei em Miami de 1998 até 2001, mas confesso que a vida cultural dessa cidade ficava muito atrás à do Rio de Janeiro. Mas felizmente, as coisas por lá mudaram muito desde então. Adoro arte, e quando li uma matéria há alguns anos no Jornal O Globo sobre o Wynwood Art District  fiquei animadíssima e não via a hora de ver ao vivo e a cores esse projeto tão interessante.

O bairro fica em torno da 2528 NW com a 2nd Ave, pertinho do também famoso Art Design District (decoração de interiores).

Se você curte arte, o passeio é obrigatório, além de ser uma boa surpresa.

A região de Wynwood possui várias galerias de arte ao ar livre e é um ótimo lugar para passear, ver gente interessante e fotografar. O bairro começou a ser revitalizado em 2009, quando vários artistas famosos resolveram expor suas obras e abrirem suas galerias, com a intenção de valorizar esse bairro pobre e esquecido.

Uma das várias galerias que visitei, com sua mobília criativa exposta dentro de um galpão enorme.

Uma das várias galerias que visitei, com sua mobília criativa exposta dentro de um galpão enorme.

Dentro de uma das galerias que possui pranchas de surfe, motos, móveis criativos, tudo para ser apreciado e comprado.

Dentro de uma das galerias que possui pranchas de surfe, motos, móveis criativos, tudo para ser apreciado e comprado.

A principal atração de Wynwood são os enormes muros e as paredes que viraram enormes obras de arte. São paredes que eram de galpões e lojas abandonadas e foram pintadas por artistas famosos como Os Gemeos, Nunca (brasileiros), Barry McGee e outros. Os muros ficam situados entre as ruas NW 25th e NW 26th. A experiência é de deslumbramento e o melhor de tudo é que é de graça. Uma cultura acessível à todos.

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Num dos murais uma escultura da artista Fafi

Num dos murais uma escultura da artista Fafi

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Influência dos quadrinhos japoneses na arte. Notem o bebê Hulk em ação do artista americano, Ron English.

Influência dos quadrinhos japoneses na arte. Notem o bebê Hulk em ação do artista americano, Ron English.

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Mais informação sobre os artistas de Wynwood Walls AQUI.

Não deixe de entrar e também fotografar o restaurante Wynwood Kitchen&Bar na rua 26th, pois as paredes são todas pintadas por diversos artistas e além de um décor lindo, uma refeição com entrada, um prato e uma sobremesa, custa em torno de 30 dólares.

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IMG_1050 IMG_1046 IMG_1048 IMG_1104 IMG_1106Depois de almoçar e visitar os muros, dê uma paradinha para um café orgânico delicioso no Panther Coffee na 2390NW 2nd Ave, com seus baristas e um décor interessantíssimo.

O Panther Coffee é um café com baristas e cafés artesanais, orgânicos e deliciosos, fora os acompanhamentos (cookies, etc). O interior do café é uma graça e as mesas são comunitárias.

O Panther Coffee é um café com baristas e cafés artesanais, orgânicos e deliciosos, fora os acompanhamentos (cookies, etc). O interior do café é uma graça e as mesas são comunitárias.

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Estive em Wynwood Walls num sábado pela manhã (as galerias e lojas ficam fechadas segunda-feira e domingo) mas um evento muito bacana é a Gallery Night Art Walk, que acontece todo segundo sábado do mês, e todas as galerias se reúnem para um show de exposição de arte durante a noite.

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Como usar preto e branco? Alcaçuz mostra com a sua coleção de Inverno 2014

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Clássico ao mesmo tempo que moderno, o preto e branco é uma sacada atemporal!!  Na coleção de Inverno da Alcaçuz temos várias opções para montar diferentes combinações mais casuais para o dia a dia.

ADOREI este vestido preto.  Ele é uma absoluto curinga!!  Você pode levá-lo para o trabalho, um jantar ou até a praia.  O máximo!!

Com um mocassim, o look fica mais certo para o dia.

Com um mocassim, o look fica mais certo para o dia.

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Se o tempo estiver mais friozinho, o casaco preto tem um corte moderno e é super estiloso!!   Fica lindo também só apoiado nos ombros sem vestir as mangas.  O tecido é ultra confortável, entre tecido e malha com um pouco de stretch.

O casaco com design moderno pode ser usado com as lapelas abertas ou fechadas como aqui.

O casaco com design moderno pode ser usado com as lapelas abertas ou fechadas como aqui.

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Com uma sandália alta, como esta da Alcaçuz, pode-se ir a um jantar.

Com uma sandália alta, como esta da Alcaçuz, pode-se ir a um jantar.

Outra  peça curinga é esta túnica branca.  Ela funciona tanto como vestido quanto um top!!

Neste caso usaria o casaco só nos ombros sem vestir as mangas!

Neste caso usaria o casaco só nos ombros sem vestir as mangas!

A calça é do mesmo tecido que o casaco compondo um terninho.  Com a tunica e o cinto liiiindo Bismark, tudo fica mais moderno.

Cinto Bismark

Cinto Bismark

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Adorei o mocassim Bebel de pelo e couro!!

Sapato Bebel

Sapato Bebel

IMG_1829nAqui mais alguns looks da Alcaçuz em preto e branco para este Inverno 2014.

LOOK 06 LOOK 05 LOOK 03O que vocês acham?  Vão aderir?…

Minhas fotos e flores por Roberto Leone

E para compras, além do site AQUI e as lojas, também pode-se fazer pedidos por telefone com entrega em casa!!  Use os seguinte números:

LORENA Tel: 3894-2522

MARIO FERRAZ Tel: 3165-2522

MORUMBI Tel: 5186-2522

CIDADE JARDIM Tel: 3750-3522

HIGIENÓPOLIS Tel:  3660-2522

SHOPPING GALLERIA I Campinas Tel: (19) 3707-2522

CURITIBA Shopping Pátio Batel, Piso: L2, Tel: (41) 3020-3450

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Costanza assina o seu livro, O Essencial, em Brasília!!!!

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Olhem só!!! A Mamisa vai assinar em Brasília seu livro, O Essencial, que vem todo lindo reeditado!! Quem vai?…

Noite de autógrafos – ‘O Essencial’ (Editora Jaboticaba), por Costanza Pascolato
Local: Loja Burberry do Iguatemi Brasília (Shin Ca 4 – Lago Norte, Brasília – DF, 71503-504)
Dia: 24 de abril (quinta-feira)
Horário: às 18.30h

Costanza Pascolato autografa reedição de ‘O Essencial’ em Brasília
Ícone da moda brasileira recebe fashionistas e amigos na Burberry do Iguatemi em noite de autógrafos
Em 24 de abril (quinta-feira), a partir das 18h30, Costanza Pascolato recebe amigos e convidados na loja da Burberry, no Shopping Iguatemi Brasília (DF), para noite de autógrafos da reedição de seu grande sucesso, ‘O Essencial’ (Editora Jaboticaba).O livro volta com mudanças gráficas e editoriais, além de dicas atualizadas para quem é ligado em moda, apontando oito essenciais que toda mulher deve ter: saia preta, terno, calça jeans, camisa branca, cardigã, camiseta, vestido preto e o clássico Trench Coat Burberry. A peça icônica entrou na lista dos essenciais nesta nova edição, após Costanza participar do projeto Art Of The Trench Burberry e se apaixonar pelo casaco.

 

218011_388578_costanza_pascolato_for_burberry_art_of_the_trench_web_A Burberry, que tem a sua sede em Londres, foi fundada em 1856.

Noite de autógrafos – ‘O Essencial’ (Editora Jaboticaba), por Costanza Pascolato
Local: Loja Burberry do Iguatemi Brasília (Shin Ca 4 – Lago Norte, Brasília – DF, 71503-504)
Dia: 24 de abril (quinta-feira)
Horário: às 18.30h

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B de Bem-vindas!! Costanza e Marilu!!!!

costanza e marilu

As damas do contemporâneo, Costanza e Marilu, conversam sobre serem Bem-vindas no capítulo imperdível da série!!

Cliquem na imagem para assistirem ao B de Bem-vinda!

Marilu para Ministro da Dona de Casa de São Paulo!!!!   Ela tem o meu voto!!

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Voltar ao lar…por Kareen Terenzzo

Voltar ao lar...

Voltar ao lar…

Voltar ao lar depois de uma longa e importante viagem, é o ponto final que dá sentido a às vezes árdua e memorável trajetória.  Após os vários lindos capítulos das viagens de Kareen pela Europa (todos sugeridos no final deste post) que seguimos aqui no Consueloblog, chegamos à sua volta ao lar.  Lindo e emocionante, entre uma lista de suas coisas favoritas e fotos de uma sensibilidade deslumbrante, encontramos um texto que tem um sentido íntimo enquanto diferente para cada um de nós…

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Quando a gente se sabe

Enfim chegou na sua cidade…

Estava saudosa da sua cama. Do cheiro da sua casa. Ninguém foi buscá-la no aeroporto. Preferiu assim. Já tinha andado tanto sozinha… por que não agora? Aprendera, ou melhor, notara, enquanto viajava, que gostava dessa sensação de se sentir livre. Não era um se sentir livre de fazer o que quisesse. Isso ela já tinha. Mas a liberdade em si, do agir, de um estado de ser quem realmente era. Quase uma desconhecida. E de certa forma fazia com ela preservasse aquela sensação de ainda estar viajando… 

Era inverno. O céu anunciava que logo a noite chegaria. Teria que esperar o dia seguinte pra ver a cidade. A cidade cinza. Das linhas. Dos fios. Das caixas. Dos poucos jardins. Do sem tempo. Do preto no branco. Fazia parte disso e se questionava o quão impressionante era que tivesse preferido voltar. Se perguntava ainda do porquê mas amava estar de volta. A cidade estava vazia,  era feriado. Mas logo estaria explodindo de buzinas e carros.

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Quando o táxi parou em frente ao seu prédio se sentiu como uma criança ansiosa para abrir os presentes na noite de Natal. O porteiro, logo a reconheceu, e se dispôs a ajudá-la. Apreciou esse momento, mas o fato é que não trazia muitas malas. Na verdade voltava com uma mala a mais e daquelas de cabine. Nada de excessos. Desapego. Menos é mais.

Abriu com cuidado a porta de casa e inspirou profundamente a doce sensação de estar na sua casa. Queria abraçar cada uma de suas plantas e a árvore, sua vizinha, que fazia parte da sua casa. Tinha sentido falta dela. De certa forma aquela árvore tinha sido sua âncora nos momentos de turbulência. Sua base e seu escudo. Tempos atrás, em alguns momentos de depressão ficava sentada no chão da sala olhando para aquela árvore que de alguma maneira, ainda que imaginária ou simbolicamente, ajudava-a a fincar os pés no chão e a se levantar. Aquela paisagem fortalecia assim a si própria.

Sua casa estava limpa e arrumada. Suas irmãs tinham cuidado de tudo para recebê-la. Flores, mimos, chocolatinhos, bilhetinhos e surpresinhas. Na geladeira tinha tudo que ela gostava para o primeiro café da manhã e até o chazinho da noite. Se emocionou. Era essa sensação de pertencimento que talvez tenha apressado sua volta.

A árvore

A árvore

IMG_5885 IMG_5578 IMG_1713 IMG_3655Queria um banho e cama. Mas estranhamente não havia água quente. Verificou o gás. Nada. As pilhas do aquecedor. E nada. Recorreu ao chuveiro elétrico. Nada de água quente. Sentiu subir aquele súbito mal humor. Ok ok ok vamos de água fria mesmo. Amanhã resolvo isso. Mas amanhã era domingo de véspera de feriado. Acabou que no dia seguinte debandou para o sítio de uma amiga.  Alguém perguntou

      - Mas mal chegou e já vai de novo?

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Quando voltou foi resolver o problema da água quente e descobriu que estava abrindo o registro errado da água, por isso a água quente não chegava. Riu da situação – mais de 10 anos abrindo o registro “de um jeito”, bastou ficar dois meses fora e já tinha se adaptado ao outro jeito. Bom sinal.

As buzinas começaram, o trânsito e o inverno se mostraram pra valer. A medida que ia avisando um e outro amigo que estava de volta, a vida social começava a tomar forma. Ela gostava. Sempre gostou de pessoas. Embora sentia-se um pouco preguiçosa nos últimos tempos. No fundo, sabia,  a dor das perdas, tinham a ensinado a ficar sozinha (mesmo). De certa forma, até gostava. Ficava bem. Revia e organizava fotos, se cercava de livros e revistas, e começava a escrever… Não eram mais desabafos, lamentos ou rompantes de alegria das coisas boas e novas, como escrevia nos diários de alguns anos atrás. Era uma conversa nova, de mulher pronta; apesar de ainda se sentir uma menina, sabia que tinha amadurecido.

Meio que em um processo de metamorfose, passou aquele mês, talvez um pouco demais, no seu casulo. Sem hora para acordar ou dormir, sem rotina. Seu único compromisso era estar livre com ela mesma. Se teletransportou para a literatura do mundo de Murakami e leu os dois primeiros volumes de 1Q84. Mergulhou nas sessões de cinema e DVD.

Entre cafés, almoços e jantares encontrava os amigos. Redescobriu sua cidade através das longas e solitárias caminhadas que fazia. Saboreava cada prato ou sobremesa que havia sentido saudades. E parecia que não largaria mais o hábito de tomar uma taça de vinho todos os dias. Fotografava cada descoberta ou redescoberta. Passava muito tempo buscando coisas novas. Consumiu muita informação. Sabia que muito poderia ser feito, mas não sabia ainda por onde começar.

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Sopa de mandioquinha! Que felicidade.

Sopa de mandioquinha! Que felicidade.

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Arroz com feijão com plus: ovo frito!

Arroz com feijão com plus: ovo frito!

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Na falta do canoli siciliano “me joguei” nos doces da Leckerhaus

Na falta do canoli siciliano “me joguei” nos doces da Leckerhaus

O melhor brigadeiro de São Paulo, é o da Maria Brigadeiro. E ponto.

O melhor brigadeiro de São Paulo, é o da Maria Brigadeiro. E ponto.

Meu prato favorito no Ritz.

Meu prato favorito no Ritz.

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O vinho nosso de todo dia.

O vinho nosso de todo dia.

Céu de inverno! Azul azul.

Céu de inverno! Azul azul.

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Não lembrava, desde que começou a trabalhar (e isso aconteceu cedo), das vezes que tinha ficado sem trabalho (leia-se emprego), em que passasse um dia sem pensar como e quando arrumar um novo trabalho. Mas agora, era diferente. Era inédito. Não tinha dívidas. Fez contas e poderia viver de suas reservas por um tempo. Não que esse fosse o objetivo. Mas precisava de tempo para seguir  seu caminho daqui pra frente. Precisava arriscar. Fez alguns cortes. Se quisesse mudar de vida sabia que teria que mudar a forma de ver as coisas ao redor e a si própria. O ditado menos é mais teria que ser pra valer. Tinha pensado em passar um tempo maior fora do país, ainda poderia considerar essa possibilidade. Entretanto, no fundo do seu coração, sabia que não era isso que iria mudar sua vida, mas sim uma atitude de dentro pra fora, de ação presente, para fazer o que realmente queria fazer – além de voltar a estudar, ter um trabalho que a realizasse. Tinha chegado o momento de contribuir de outra forma para a sociedade e para si mesma. Era nisso que pensava e acreditava… Aliás, frequentemente, lhe ocorria como alguém poderia não pensar nisso?

Não sabia de onde tirava a certeza que as coisas aconteceriam. Era uma questão de tempo. E se não conseguisse, se precisasse, se adaptaria e voltaria ao mercado “tradicional” de trabalho.

Mas e agora?

    - O que você vai fazer?

    - Quanto tempo vai ficar assim?

 

    - Assim como? pensava ela… Assim, feliz?!

Percebeu que seria mais difícil mudar como as pessoas a viam, que a si mesma… simplesmente porque as pessoas não esperam que você mude. Começou a entender o preço dessa fase nova da sua vida.

Tinha deixado muitas coisas pra trás e sentia que agora era pra valer. Já não queria perder tempo com coisas pequenas. E de certa forma achava que tudo era pequeno. Não por descaso das coisas ou por se sentir soberba. Mas entendia que as coisas que enxergava antes como grandes, se tornaram pequenas, e as pequenas, grandes. Coisas vêm e vão.

Um dia pareceu ter compreendido o real significado do sabático. Era como percorrer o caminho de Santiago de Compostela. Mesmo não tendo percorrido este de fato, o sentido, segundo alguns relatos que ouvira, era o mesmo. Não importa o lugar ou o caminho, importa a presença e a lucidez durante o trajeto… e as escolhas.

Kareen

PS: Finalmente saiu esse post e em terceira pessoa. Queria fazer assim. Precisava olhar “de fora”, como um observador, minha chegada em São Paulo, depois de dois meses pode-se dizer “na farra”. Foi um momento especial de introspecção para processar os últimos quase 3 anos somados a redescoberta ou resgate da minha alma (que voltava de férias, pra quem acompanhou desde o começo). Uma desconstrução que reconstrói.  Ver o POST NESTE LINK.

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Não deixem de visitar o blog inspirador de Kareen: Vacation Animae

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