Encontrar o teu próprio estilo!


Repropondo este post que adoro…

encontrar o teu proprio estilo

Foto Roberto Leone

Entre os vários argumentos que temos discutido em todas as minhas mídias (blog, Insta, Face e Snap) nos últimos tempos, o que espero saia bem claro é que sou porta-bandeira de “Encontrar o teu próprio estilo.”  Respeito muito mais quem tem um estilo, mesmo que eu não goste dele, como a Jenny Beavan (vencedora do Oscar para melhor figurino de quem falamos nesta segunda AQUI) ou uma periguete (com o maior respeito), do que alguém que não tem nenhum estilo.  E isto é independente dela ser bonita ou feia!

Estamos na era de Aquário como explica a nossa Prof. Luciene Felix Lamy:

“Sim, Consu, estamos na famosa “Era de Aquário”!  Isso significa que o “aguadeiro’ preside os próximos 2 mil anos, vertendo conhecimento, humanitarismo, rompendo fronteiras e abolindo padrões.  Para quem entende de música, Aquário é uma 8ª superior de Gêmeos, ambos pertencentes ao elemento AR, a mente, que é o que nos separa das Bestas.  A abrangência é vasta, imprevisível e irreversível.”

“Rompendo padrões”, estas palavras para mim significam liberdade… liberdade de procurarmos e sermos nós mesmas!  Quem sou eu para criticar outra blogueira?  Lógico que tenho uma opinião, mas todo mundo não é igual.  E enquanto quem me lê pode querer seguir a minha estética, outras não.  Sempre uso o exemplo de minha mãe, Costanza Pascolato.  Muitas pessoas a acham “a mulher mais elegante do Brasil”, mas quantas sairiam pelas ruas com um topete e óculos escuros?…

Costanza como Minion pela Stylight

Costanza como Minion pela Stylight

Para mim o que foi importante da postura de Jenny Beavan nos Oscars é justamente a ruptura à banalidade e ao medo de não se sujeitar aos padrões.  Ela não ficaria natural nem linda em um vestido de gala.  Ela sabe disto.  É o seu trabalho.  É a sua obrigação.  Então ela foi à cerimônia dentro do seu estilo. Daí subentra algo de bem British em querer chocar (no meu esnobismo adoro a frase “Épater la bourgeoisie” chocar a burguesia).  Não deixa de ser um esnobismo bem sutil, e acho que muitos não entenderam.   O protocolo neste caso toma segundo plano, pois como escrevi ontem nos comentários, são os ousados que mudam o mundo.  Ou como dizia muito melhor Steve Jobs:

Essa vai para os loucos, os desajustados, os rebeldes, os desordeiros, os pinos redondos nos buracos quadrados … aqueles que vêem as coisas de forma diferente – eles não gostam de regras … Você pode citá-los, discordar deles, glorificar-los ou caluniar-los, mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los porque eles mudam as coisas … eles empurram a raça humana para a frente, e enquanto alguns podem vê-los como loucos, nós vemos genialidade, porque aqueles que são loucos o suficiente para pensar que podem mudar o mundo, são os que o fazem.

(Here’s to the crazy ones, the misfits, the rebels, the troublemakers, the round pegs in the square holes… the ones who see things differently — they’re not fond of rules… You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them, but the only thing you can’t do is ignore them because they change things… they push the human race forward, and while some may see them as the crazy ones, we see genius, because the ones who are crazy enough to think that they can change the world, are the ones who do.)

Nossa, me dá um nó na garganta toda vez!

É por isso que admiro marcas como Dolce & Gabbana, Valentino, Gucci e Dries Van Noten que ignoram as tendências e vão pela sua estrada, e se posso ser sincera, o mundo da moda está entendendo isso e já está mudando junto com eles.  Buscamos uma marca que nos represente e não uma tendência que nos defina.  Vamos nessa pessoal!  Vamos ser nós!

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